No início os carros tornaram-se um sucesso. Mas logo os competidores, que ainda usavam madeira na estrutura de seus veículos, passaram a adoptar o novo design. Citroën não teve oportunidade para redesenhar a estrutura de seus veículos e estes passaram a ser vistos como retrógrados. A Citroën vendeu em grandes quantidades apesar do visual retrô, pois o baixo custo e a leveza do carro são seus pontos mais fortes
Isto encourajou André Citroën a desenvolver o Traction Avant, um carro tão inovador que não haveria concorrentes à altura em competições. O Traction Avant tinha 3 características revolucionárias: a estrutura monobloco, suspensão independente nos pneus dianteiros e a direção frontal. Citroën pagou uma comissão a Budd pela criação do protótipo, o qual desenvolveu no Onze Légère e o 7 CV(5kw) Traction Avant em 1934.
O Tractio Avant viria a estabelecer o padrão a seguir. Trinta anos depois pelo Mini, Volkswagen Golf e hoje por quase todos os fabricantes.
O rápido desenvolvimento do Traction Avant foi dispendioso e contribuiu para a ruína financeira da companhia.
Em 1934, as dívidas forçaram a companhia a declarar falência; o que aconteceu quando foi adquirida pelo seu maior credor, a companhia de pneus Michelin. Felizmente para a Michelin, o Traction Avant foi bem aceito pelo mercado e a filosofia básica com que se havia chegado a este design continuou.